Somos alunos da escola Cidade de Castelo Branco, do 9.º ano da turma A. Construímos este Blog com a finalidade de mostrar a nossa sabedoria sobre a História.

20
Fev 09

  

 

No início de 1934, entrou em vigor do Estatuto do Trabalho Nacional, que proibia os sindicatos livres.

Contra a constituição do Estado fascista em Portugal, as organizações sindicais, dominadas pelas tendências anarco-sindicalistas, convocaram para o dia 18 de Janeiro uma greve geral, com o objectivo de derrotar o governo de Salazar.

Em algumas localidades, as manifestações e as greves foram facilmente dominadas pelas forças repressivas. Na maior parte dos sítios, a greve geral revolucionária pouco passou de paralisações, acções de sabotagem e confrontos com a polícia.

Mas a classe operária e o povo da Marinha Grande tomaram o poder na vila. Nas primeiras horas da madrugada, a estação dos Correios e o posto da GNR foram ocupados e os acessos cortados. A bandeira vermelha ondulou na vila vidreira e foi decretado o soviete. Mas, ao contrário do que esperavam os organizadores do levantamento, o gesto não se repetiu no resto do País e o movimento foi facilmente esmagado pela repressão fascista. Apesar de vencida, a revolta dos operários marinhenses permanece como um exaltante exemplo de heroísmo da classe operária portuguesa, que permanece até aos nossos dias.

 

 

 

 

 Sofia Conde

 

 

publicado por turma9a-ap às 20:28

Vi na televisão que a greve geral registou grande adesão, segundo os sindicatos. Já o Governo desvaloriza os números, situando a adesão nos 18%. Mais uma vez as conclusões divergem.
tv a 25 de Novembro de 2010 às 00:47

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