Somos alunos da escola Cidade de Castelo Branco, do 9.º ano da turma A. Construímos este Blog com a finalidade de mostrar a nossa sabedoria sobre a História.

24
Fev 09

 

 

 

Praça do Império, Belém.

  

 

 

 Padrão dos Descobrimentos, criado para a Exposição de 1940.

 

A exposição foi montada em Lisboa, numa vasta área junto ao Tejo, tendo como fundo o Mosteiro dos Jerónimos e decorreu entre 2 de Julho e 2 de Dezembro de 1940.

 A Exposição do Mundo Português foi a maior exposição realizada em Portugal até à Expo 98. Teve como objectivo comemorar o Duplo Centenário da Fundação do Estado Português, em 1140, e da Restauração da Independência, em 1640.

A Exposição do Mundo Português foi um importante acontecimento político-cultural do Estado Novo.

A exposição foi inaugurada, em 23 de Julho de 1940, pelo chefe de Estado, Marechal Carmona, acompanhado pelo Presidente do Conselho, Oliveira Salazar, e pelo Ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco.

A Exposição do Mundo Português tinha pavilhões temáticos relacionados com a história, actividades económicas, cultura, regiões e territórios ultramarinos de Portugal e também um Pavilhão do Brasil, que foi o único país estrangeiro convidado.

 

 

 Sofia Conde

publicado por turma9a-ap às 21:49

20
Fev 09

  

 

No início de 1934, entrou em vigor do Estatuto do Trabalho Nacional, que proibia os sindicatos livres.

Contra a constituição do Estado fascista em Portugal, as organizações sindicais, dominadas pelas tendências anarco-sindicalistas, convocaram para o dia 18 de Janeiro uma greve geral, com o objectivo de derrotar o governo de Salazar.

Em algumas localidades, as manifestações e as greves foram facilmente dominadas pelas forças repressivas. Na maior parte dos sítios, a greve geral revolucionária pouco passou de paralisações, acções de sabotagem e confrontos com a polícia.

Mas a classe operária e o povo da Marinha Grande tomaram o poder na vila. Nas primeiras horas da madrugada, a estação dos Correios e o posto da GNR foram ocupados e os acessos cortados. A bandeira vermelha ondulou na vila vidreira e foi decretado o soviete. Mas, ao contrário do que esperavam os organizadores do levantamento, o gesto não se repetiu no resto do País e o movimento foi facilmente esmagado pela repressão fascista. Apesar de vencida, a revolta dos operários marinhenses permanece como um exaltante exemplo de heroísmo da classe operária portuguesa, que permanece até aos nossos dias.

 

 

 

 

 Sofia Conde

 

 

publicado por turma9a-ap às 20:28

18
Fev 09

O Estado Novo criou uma polícia política, em 1933, com o nome de Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE). Em 1945, foi substituída pela Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), que durou até 1969, quando passou a chamar-se Direcção Geral de Segurança (DGS).

As suas funções políticas consistiam em castigar pessoas que estivessem contra ao Estado Novo de António de Oliveira Salazar, pelo controlo de estrangeiros e fronteiras, pelo combate ao terrorismo, e pela investigação de crimes contra a segurança do Estado.

A PIDE exercia actividade em todo o território português, para evitar dissidências nas organizações civis e militares, usando meios e métodos baseados nas técnicas alemãs aplicadas na Gestapo.

A PIDE utilizou a tortura e foi responsável por alguns crimes sangrentos, como por exemplo, o assassinato de José Dias Coelho, um militante do Partido Comunista Português (PCP), e do General Humberto Delgado.

 

 

25 de Abril de 1974: 

Os militares prendem um agente da PIDE/DGS.   

 

 

Mariana Gonçalves

publicado por turma9a-ap às 21:40

15
Fev 09

A Legião Portuguesa (LP) foi uma organização paramilitar, criada em Portugal, em 1936, 15 anos depois de Hitler  a ter fundado na Alemanha.

Era uma milícia que estava sob a alçada dos Ministérios do Interior e da Guerra. O seu objectivo era defender o património espiritual da nação e combater a ameaça comunista e o anarquismo, de acordo com a ideologia do Estado Novo.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Legião Portuguesa era a única organização oficial portuguesa que adoptou e defendeu abertamente as intenções de Hitler para com a Europa.

Nas décadas de 1950 e 1960, a sua acção policial caracterizou-se pela colaboração com a Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), na repressão às forças da oposição, para a qual contribuiu o seu Serviço de Informações e a sua vasta rede de informadores. Foi também utilizada como força de choque, na repressão de manifestantes e de instituições tidos por oposicionistas ao regime.

 

 

 

Fig.1 - Cartão de Identidade da Legião Portuguesa

 

 

  

Fig.2 - Símbolo da Legião Portuguesa

 

 

João Ascensão 

 

publicado por turma9a-ap às 22:03

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