Somos alunos da escola Cidade de Castelo Branco, do 9.º ano da turma A. Construímos este Blog com a finalidade de mostrar a nossa sabedoria sobre a História.

30
Out 08

         

                Motte

 
Quando entrei fiquei pasmado                                                                             
No cemitério fis parada
Em uma lâmpada de calada
Em nossa tamba sentado
Pamdo voltas a garganta
Que o teu rosto querou
Abdo farte de correr
Em procura da tua campa
 
E o homem para mim olhou
Com os seus braços erguidos
Com os cabelos caídos
Como noi mundo andou
Assanta eras se a braçou
Que sobre o mundo chorou
E mais me bem que to adoro
do mistério teus a palma
junta ta a minha alma
Por quem o mau coração chora
 
Deixa vir a minha artelharia
Que seu ela não faço nada
Tenho a guerra clarada
Mais um esquadrão de cavalaria
Tanho mas a bela infantaria
Nada temos que temer
Bem podias França vencer
Que te tínhamos bem segura
Nos temos toda a agricoltora
Nada temos que temer
 
Os capitães ingleses
Disem ter tantos caprichos
Nos tem dado tanta vês
Os pobres aos portugueses
Engole bichos inteiros
E comendo aos cozinheiros
Que o bacalhão que mais molho
Mande deitar mais repolho
Na sopa dos passageiros
 
Neçe luta destemida
Lutar sempre soldados
Destruí eses malvados
Deça nação a trevida
Defendei a pátria querida
 
Pois que nos sovi o fendido
Não nos julgueis perdidos
Mas sim vitoriozos
Derrotae esses bandidos
Tente sabes defender
Prante esses estuvados
Que são portodos derofidoz
Para com elles combater
Sua sentesa e perder
Nessa batalha horrorosa
Pouis que vos souis valorozos
Ao lado dessa gentalha
Desbasta tua metralha
Mostra que espadroza
 
Ditoso irei morrer
Naquele campo da batalha
Vou mostrar a esa gentelha
Que o portogues pode valer
Para frente não tremer
Coragem ate ao fim
Ninguém tenha do de mim
Vou partir sem demora
Adeuos a pátria vou me embora
Para a França combater
 
Quero vir ao som da portuguesa
Para a guerra caminhar
Para aluta irei marchar
Contando a marcelheza
Sera grande a minha fremeza
Não me eide arepender
Minha vida vou perder
Comgrande satisfação
E com maior galardão
Pela França quero morrer
 
José Nunes da Silva,
natural de Oleiros
soldado de artilharia na Grande Guerra, em Moçambique
 

 

Andreia Caetano

Sofia Conde

publicado por turma9a-ap às 21:19

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